Quem fala éMax Gehringer, vale a pena conferir as enumerações citadas no audio.
Esta sugestão veio do amigo Francisco J. Seidl.
Confiram: http://cbn.globoradio.globo.com/comentaristas/max-gehringer/2009/06/22/VALE-A-PENA-CONTINUAR-COM-O-CURSO-DE-JORNALISMO.htm
quinta-feira, 2 de julho de 2009
domingo, 8 de março de 2009
Medicina Alternativa

Com base em pesquisas, vamos falar sobre como o tratamento dos florais agem no ser humano e os benefícios que elas proporcionam ao paciente.
O Tratamento humano com o uso de plantas não é uma terapia nova. Ela é muito antiga, e segundo estudos, indicam que antes de Cristo as flores já eram usadas com o objetivo de tratamento do ser humano.
Para tratar os desequilíbrios emocionais, os aborígenes australianos, os egípicios, os africanos e o malaios já faziam uso delas. Paracelsus, no século XVI conforme registros, já utilizava as essências florais para tratar de desequilíbrio emocionais. Mas foi Bach que introduziu a utilização de essencias florias ultradiluídas. Por volta de 1930, Dr. Edward Bach queria expandir o uso das essências florias, onde a mãe pudesse indicar o melhor floral à seus filhos. Passado quase 80 anos, a terapia floral está se disseminando cada dia mais nos consultórios de terapeutas, psicólogos e médicos pelo mundo inteiro.
Equilíbrio das emoções
Dr. Bach, foi o percursor do uso dos florais de bach. Médico homeopata, bacteriologista e imunologista, Bach criou a terapia dos florias entre os anos de 1928 a 1936 com o objetivo de equilibrar as emoções do paciente, diminuindo ou eliminando o estresse, depressão, pânico, desespero, sentimento de culpa, cansaço físico ou mental, solidão, tristeza, indecisão, sensibilidade excessiva, ciúmes, ódio, mágoas, todos os tipos de medo, ansiedade e preocupações que uma pessoa possa estar sofrendo. Para Bach, deve-se tratar a personalidade da pessoa e não a doença. Segundo pesquisas, Dr. Edward Bach afirmava que , a doença é o resultado do conflito da alma. Para ele, "O sofrimento é mensageiro de uma lição, a alma envia a doença para nos corrigir e nos colocar no nosso caminho novamente. O mal nada mais é do que o bem fora do lugar".
Dr. Bach em seus estudos, entendeu que a origem das doenças seriam proveniente de sete defeitos que o ser humano adquire: Orgulho, crueldade, ódio, egoísmo, Ignorancia, iInsabilidade mental, cobiça e gula. Desta forma, apontou sete caminhos do equilíbrio emocional: a paz, esperança, alegria, fé, certeza, sabedoria e amor. E formou o conceito de saúde perfeita com harmonia, integração, individualidade e integridade. Para ele, o importante é que a alma e a personalidade estejam em perfeita sintonia por meio do equilíbrio emocional. E assim as essencias do florais de Bach tratam a pessoa e não a doença; a causa e não o efeito.
Composição e a Preparação
É no Bach Centre, local onde Dr. Bach viveu seus últimos anos (1934-1936) em Mount Vernon, Sotwell, Wallingford, na Inglaterra, que as essencias florais de Bach originais tem a sua origem. Todos os remédios são preparados a partir de flores, arbustos ou árvores silvestres. A sua manipulação obedece aos rígidos padrões determinados por este Centro.
Os Florais de Bach são 38 essências extraídas de flores silvestres do País de Gales, na Grã Bretanha e é composto de água mineral, brandy*de uvas e essências Florais de Bach Originais. Num mesmo frasco em geral é usado de uma a seis essências, podendo chegar, raras vezes, a oito essências.
Os florias, bem como outras formar de medicina natural, agem por meio do tratamento do indivíduo, do seu estado emocional e psicológico e não da doença , a fim de harmonizar essas condições transformando as atitudes em estados mais positivos estimulando seus próprios potenciais de auto cura. Consequentemente, com as mudanças internas e o equilíbrio interior a saúde física é recuperada combatendo as doenças.
Já confirmado por estudiosos que emoções e atitudes menos positivas levam a série de pertubações fisiológicas, que associados à fadiga, estresse, períodos de dificuldade no dia a dia facilitam a instalação de disturbios orgânicos masi graves.
Porém vale lembrar que é muito importante fazer o diagnóstico da patologia que aflige o paciente antes de escolher qual ou quais os florais ele necessita, porém, somente um terapeuta com conhecimentos teóricos e práticos adequados poderá desenvolver um tratamento eficaz recomendando os florias de Bach como forma alternativa de tratamento.
Para se chegar a um diagnóstico clínico e psicológico precisos deve haver cuidados especiais, utilizando-se de todos os métodos semiológicos e de laboratório, pois quem utiliza a terapia floral de Bach não se deve esquecer da sua responsabilidade profissional, portanto procure sempre especialistas terapêuticos habilitados nessa pratica.
O Tratamento humano com o uso de plantas não é uma terapia nova. Ela é muito antiga, e segundo estudos, indicam que antes de Cristo as flores já eram usadas com o objetivo de tratamento do ser humano.
Para tratar os desequilíbrios emocionais, os aborígenes australianos, os egípicios, os africanos e o malaios já faziam uso delas. Paracelsus, no século XVI conforme registros, já utilizava as essências florais para tratar de desequilíbrio emocionais. Mas foi Bach que introduziu a utilização de essencias florias ultradiluídas. Por volta de 1930, Dr. Edward Bach queria expandir o uso das essências florias, onde a mãe pudesse indicar o melhor floral à seus filhos. Passado quase 80 anos, a terapia floral está se disseminando cada dia mais nos consultórios de terapeutas, psicólogos e médicos pelo mundo inteiro.
Equilíbrio das emoções
Dr. Bach, foi o percursor do uso dos florais de bach. Médico homeopata, bacteriologista e imunologista, Bach criou a terapia dos florias entre os anos de 1928 a 1936 com o objetivo de equilibrar as emoções do paciente, diminuindo ou eliminando o estresse, depressão, pânico, desespero, sentimento de culpa, cansaço físico ou mental, solidão, tristeza, indecisão, sensibilidade excessiva, ciúmes, ódio, mágoas, todos os tipos de medo, ansiedade e preocupações que uma pessoa possa estar sofrendo. Para Bach, deve-se tratar a personalidade da pessoa e não a doença. Segundo pesquisas, Dr. Edward Bach afirmava que , a doença é o resultado do conflito da alma. Para ele, "O sofrimento é mensageiro de uma lição, a alma envia a doença para nos corrigir e nos colocar no nosso caminho novamente. O mal nada mais é do que o bem fora do lugar".
Dr. Bach em seus estudos, entendeu que a origem das doenças seriam proveniente de sete defeitos que o ser humano adquire: Orgulho, crueldade, ódio, egoísmo, Ignorancia, iInsabilidade mental, cobiça e gula. Desta forma, apontou sete caminhos do equilíbrio emocional: a paz, esperança, alegria, fé, certeza, sabedoria e amor. E formou o conceito de saúde perfeita com harmonia, integração, individualidade e integridade. Para ele, o importante é que a alma e a personalidade estejam em perfeita sintonia por meio do equilíbrio emocional. E assim as essencias do florais de Bach tratam a pessoa e não a doença; a causa e não o efeito.
Composição e a Preparação
É no Bach Centre, local onde Dr. Bach viveu seus últimos anos (1934-1936) em Mount Vernon, Sotwell, Wallingford, na Inglaterra, que as essencias florais de Bach originais tem a sua origem. Todos os remédios são preparados a partir de flores, arbustos ou árvores silvestres. A sua manipulação obedece aos rígidos padrões determinados por este Centro.
Os Florais de Bach são 38 essências extraídas de flores silvestres do País de Gales, na Grã Bretanha e é composto de água mineral, brandy*de uvas e essências Florais de Bach Originais. Num mesmo frasco em geral é usado de uma a seis essências, podendo chegar, raras vezes, a oito essências.
Os florias, bem como outras formar de medicina natural, agem por meio do tratamento do indivíduo, do seu estado emocional e psicológico e não da doença , a fim de harmonizar essas condições transformando as atitudes em estados mais positivos estimulando seus próprios potenciais de auto cura. Consequentemente, com as mudanças internas e o equilíbrio interior a saúde física é recuperada combatendo as doenças.
Já confirmado por estudiosos que emoções e atitudes menos positivas levam a série de pertubações fisiológicas, que associados à fadiga, estresse, períodos de dificuldade no dia a dia facilitam a instalação de disturbios orgânicos masi graves.
Porém vale lembrar que é muito importante fazer o diagnóstico da patologia que aflige o paciente antes de escolher qual ou quais os florais ele necessita, porém, somente um terapeuta com conhecimentos teóricos e práticos adequados poderá desenvolver um tratamento eficaz recomendando os florias de Bach como forma alternativa de tratamento.
Para se chegar a um diagnóstico clínico e psicológico precisos deve haver cuidados especiais, utilizando-se de todos os métodos semiológicos e de laboratório, pois quem utiliza a terapia floral de Bach não se deve esquecer da sua responsabilidade profissional, portanto procure sempre especialistas terapêuticos habilitados nessa pratica.
sábado, 7 de março de 2009
De quem é a praça? De quem é rua? De quem é a lua?

Tudo bem que a praça é do poder público, porém é do pobre é do rico é do público também.
Na praça é gente que vai, é gente que vem. Mas na verdade não é de ninguém.
Na rua todo mundo gira, todo mundo passa. Mas ela não é minha, nem é sua também.
E a Lua? Ela é sua? Não. A Lua é do espaço que a detém.
Algo me incomodou muito quando tentei refletir e não entendi sobre o que vi na praça outro dia. Quarta feira é sempre um dia alegre, dia de sair nas ruas, dia de ir na praça, de ir na feira da lua.
Na quarta feira é dia do pobre mundo dos ricos. Ou será que é dia do rico mundo dos pobres?
Andando pela feira, deparei com um menino muito pobre, mas era tão pobre que não tinha calçados nos pés. O menino deveria que ter uns três anos de vida, mal sabia falar. Então em meio à multidão, implorava por uma migalha de pão.
Aquele menino pequeno andava pelo meio do povo, pedindo uma moeda, queria comer.
Será que aquele dia seria um rico dia para um menino pobre? Ou será que os ricos ficariam mais pobres se dessem uma esmola ao menino?
Já não sei se pobre é quem pede, ou se pobre é quem não dá o que comer a quem tem fome.
Pobre e mesquinha é a atitude de quem têm e não dá.
Será que aquele que instala uma barraquinha na praça é rico? Ou será pobre porque ali tem que trabalhar?
Será que quem passeia pela praça é rico porque tem para comprar? Ou será que quem passeia pela praça é tão pobre a ponto de ter que pedir?
Ninguém é tão pobre que não tenha algo a oferecer. E ninguém é tão rico que não precise da ajuda de alguém.
Foi de cortar o coração, quando o menino de pés no chão no meio da multidão pediu ao rico dono da barraquinha um pedaço de pão, e o irmão sem a mínima noção, lhes disse não. E foi de cortar o coração quando o dono da barraquinha disse ao menino para sair dali, porque ali ele não pode ficar.
Quem instala uma barraquinha na praça, debaixo da lua, na rua, que é minha e que e é sua, não tem o direito de dizer que naquele espaço o menino não pode ficar. Esse espaço não é meu, nem seu, não é de ninguém.
De quem é a praça? De quem é rua? De quem é a lua?
“Não entendo. Isso é tão vasto que ultrapassa qualquer entender. Só que de vez em quando vem a inquietação: quero entender um pouco. Não demais: mas pelo menos entender que não entendo."(Clarice Lispector)
Na praça é gente que vai, é gente que vem. Mas na verdade não é de ninguém.
Na rua todo mundo gira, todo mundo passa. Mas ela não é minha, nem é sua também.
E a Lua? Ela é sua? Não. A Lua é do espaço que a detém.
Algo me incomodou muito quando tentei refletir e não entendi sobre o que vi na praça outro dia. Quarta feira é sempre um dia alegre, dia de sair nas ruas, dia de ir na praça, de ir na feira da lua.
Na quarta feira é dia do pobre mundo dos ricos. Ou será que é dia do rico mundo dos pobres?
Andando pela feira, deparei com um menino muito pobre, mas era tão pobre que não tinha calçados nos pés. O menino deveria que ter uns três anos de vida, mal sabia falar. Então em meio à multidão, implorava por uma migalha de pão.
Aquele menino pequeno andava pelo meio do povo, pedindo uma moeda, queria comer.
Será que aquele dia seria um rico dia para um menino pobre? Ou será que os ricos ficariam mais pobres se dessem uma esmola ao menino?
Já não sei se pobre é quem pede, ou se pobre é quem não dá o que comer a quem tem fome.
Pobre e mesquinha é a atitude de quem têm e não dá.
Será que aquele que instala uma barraquinha na praça é rico? Ou será pobre porque ali tem que trabalhar?
Será que quem passeia pela praça é rico porque tem para comprar? Ou será que quem passeia pela praça é tão pobre a ponto de ter que pedir?
Ninguém é tão pobre que não tenha algo a oferecer. E ninguém é tão rico que não precise da ajuda de alguém.
Foi de cortar o coração, quando o menino de pés no chão no meio da multidão pediu ao rico dono da barraquinha um pedaço de pão, e o irmão sem a mínima noção, lhes disse não. E foi de cortar o coração quando o dono da barraquinha disse ao menino para sair dali, porque ali ele não pode ficar.
Quem instala uma barraquinha na praça, debaixo da lua, na rua, que é minha e que e é sua, não tem o direito de dizer que naquele espaço o menino não pode ficar. Esse espaço não é meu, nem seu, não é de ninguém.
De quem é a praça? De quem é rua? De quem é a lua?
“Não entendo. Isso é tão vasto que ultrapassa qualquer entender. Só que de vez em quando vem a inquietação: quero entender um pouco. Não demais: mas pelo menos entender que não entendo."(Clarice Lispector)
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